segunda-feira, dezembro 11, 2006

“Ahhhhh Viva Portugal!”

Pois é, com tanta conversa, sobre quem é o malhor (misto de maior e melhor) português de sempre, e por aí afora, Arranhí Pacanherra decidiu que não podia deixar de amandar o bitáite sobre este assunto e assim contribuir para a especulação. Vamos portanto, começar com uma pequena rubrica devezemquandal, a falar dessa malta que já na altura deles, dizia: “AHHHHH viva Portugal!”

Krhhhg Alberto GrunfNhóc

GrunfNhóc foi o maior artista plástico português do Período Paleolítico. O seu avô, contemporâneo da última era glaciar, no setentésimo milénio a.C. sentindo o briolzinho, pegou nos putos e nómadou-se para o paraíso mediterrânico que era Portugal. Desde a infância que GrunfNhóc se destacava do resto dos seus colegas e amigos. Enquanto a maioria das crianças se divertia tirando as carraças umas ás outras, GrunfNhóc isolava-se e rabiscava pequenas formas no chão. Anos mais tarde, GrunfNhóc viria a afirmar sobre estes anos de infância: “Aqueles gajos eram uns macacos”. A revelação, confirmação e glorificação do seu talento viria a dar-se aquando da sua mudança para Foz Côa, onde reside grande parte da sua obra.
Durante anos, a pintura de Foz Côa fez parte do grupo restrito da mais ilustre arte rupestre mundial, até ser esquecida e posta de lado pela (supostamente) mais evoluída arte rupestre dos Homo Sapiens. GrunfNhóc, expoente máximo mundial da pintura Neanderthal, deu a conhecer a sua opinião sobre esta realidade: “Eh, quem é que percebe de pintar, esses carecas mariquinhas? Ai ui, eu pinto com pelinhos de mastodonte, e com mistura de sangue e terra de pigmento claro, que define melhor a imagem e não sei quê… Quê?! Que é feito do sangue do bicho ao natural, e de pintar com os dedos e fazer os tracinhos fininhos com a unha? Quem é que andamos a enganar meus amigos? A pintura rupestre tá a ir para um caminho que ninguém queria…”.

Apesar de tudo isto, a sua obra continua bem presente e, sem dúvida alguma, GrunfNhóc continua a ser o maior artista da Pintura Rupestre de sempre em Portugal, quiçá da Europa, qué pa não dizer do mundo inteiro, pa não ser garganeiro.
Arranhí Océrebroquandotavátirarummacaco

4 comentários:

  1. Anónimo10:23 p.m.

    e eu a pensar que o maior português de sempre devia ter sido basquetbolista... se calhar esse gajo que vocês falam também era basquetbolista...

    agora não sei é como é que seriam as bolas naquela altura...

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  2. Anónimo9:19 a.m.

    Sacana do GrunfNhóc, que nos lixou uma barragem!

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  3. Anónimo9:21 a.m.

    Sacana do GrunfNhóc, que nos lixou uma barragem!

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  4. Anónimo9:23 a.m.

    Sacana do GrunfNhóc, que nos lixou uma barragem!

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