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quinta-feira, agosto 17, 2006

Géiser?

Ontem, as 4:45 da manha, enquanto curtia a falta de sono e tentava dormir vendo um pouco de televisão, tropecei num programa do canal odisseia chamado “dirty jobs”, no qual o senhor locutor passa pelos trabalhos mais esquisitos e menos pretendidos, tipo produtor de carvão, limpa chaminés, reparador de esgotos, central de tratamento de águas. Desta vez o senhor passou um dia com uma empresa de limpezas. De notar que o senhor ficou deveras surpreendido com as limpezas a efectuar. Aquela empresa foi solicitada para limpar a casa de uma senhora, cuja sanita tinha jorrado todos os cocós da vizinhança. Qual géiser havia cocós até a porta…não se via o chão…repito, não era possível ver o chão, estava tudo coberto da merda alheia e, como se não bastasse, os dejectos humanos serviram de local ideal para que se instalassem bolores…resumindo, casa, com cobertura de cocó e bolor…hmm qual bolinho de chocolate. De referir ainda a aula de biologia acerca de bolores. Agora imaginemos que a senhora dona da casa estava a defecar (obrar, vulgo cagar) quando ocorre o fenómeno do géiser de cocó…huhuuuuuuu que era feito dela? Transformava-se em africana a força? Regurgitava as fezes da vizinhança durante uma semana….hmm realmente há coisas mais bonitas para imaginar. Prometo que para a próxima falo de algo mais agradável. Mas tentem lá imaginar se fosse no vosso lar…bom é melhor parar este cheiro psicológica a fezes já me está a perturbar.
Arranhí Oescrotoquandoocoçavadesenfreadamente

Praga em sms

É engraçado como uma simples mensagem de telemóvel pode mudar a nossa vida! Então agora reparem, há coisa de 2 dias atrás recebi uma mensagem que dizia os seguintes caracteres: "BAETO NA MPAHA KE TE EBMEI I ZAQEP WEYO isto é 1praga k te imped d namorar. tns k mndr este sms a 10 pessoas. E km te devolver é pk ker namorar ou curtir ctg". ...Vamos lá ver uma coisa... mas será que as pessoas não têm mais nada que fazer do que mandar mensagens a rogar pragas ás outras?! Ainda por cima de namorar! Mas será que aquela linguagem veio de onde? Grécia, Turquia, Azerbeijão? Porque não em português? É que assim podem estar a brincar e não ser nenhuma praga e assim uma pessoa é que fica arreliado! Vá, se fosse em inglês ou espanhol ainda percebia alguma coisa, agora aquilo?! Assim que ponham a praga no cú de Judas! Agora se fosse num português correcto claro que aceitava na boa a praga! Outra coisa: porquê 10 pessoas e não 5? É que uma pessoa pode não ter 10 contactos no cartão(calma que não é o meu caso)! Agora vem a parte mais emocionante: se lhes mandar de volta, é porque quero namorar ou apenas curtir com essa pessoa! Ora, para quem não quiser dizer directamente á pessoa que gosta dela, temos esta ocasião única, onde basta reenviar a mensagem para a pessoa que gosta, e assim como quem não quer a coiosa, e tal que é uma praga- toma, uma resposta indirecta a dizer que gosto de ti! ...Afinal acho que a minha amiga só mandou isto por causa da última parte... No final de ler a mensagem, como sou 1 bocadinho superticioso, mandei a uma pessoa, á mesma que me mandou. Eh pá nunca se sabe, pode ser que ela queira algo mais. É que esta vida sem ninguém está difícil... E pragas é o que não quero!
Arranhí Semquereracrostadamalçuadaferida

quarta-feira, agosto 16, 2006

Báita Bit

Própes. Somos uns Ganguestéres do Gueto.



Nota (ena, que esta é das grandes!): Baita Bit é um bitáite animado que adquire uma visão semelhante à do mundo negro da basófia.
Isto é só uma pequena amostra daquilo que nós, quatro mariolas, somos capazes de fazer. Com o tempo, ainda hão-de vir mais e melhores sketches.

Tony Car...Caraças...!

Hoje, enquanto almoçava com a minha mãe, fui “obrigado” a levar com um barulho irritante: um concerto do Tony Carreira que a TVI, em mais uma das suas pancadas de trazer coisas estúpidas para a televisão, transmitiu. Felizmente, estava de costas para a televisão, mas mesmo assim, tive de ouvir alguns 12 minutos de pura galhofa e enjoo (sim: já não sabia se me havia de rir, ou se vomitava os carapaus alimados). No meio do almoço, a minha mãe, enquanto regozijava alegremente com os talheres aquelas músicas, disse uma coisa… uma coisa… sei lá, disse isto: “Este homem tem tudo para ser feliz.”. Eu, após ter soltado uma subtil gargalhada, pensei: não. Este senhor não tem nada tudo para ser feliz, a não ser que a minha ideia de felicidade ande muito longe da dele (o que é bem provável), senão vejamos: ter um clube de fãs cujas idades médias andam entre os 30 e os 60 anos, não me parece muito motivador; correr o mundo a cantar músicas daquelas, envergando nos espectáculos camisas de lantejoulas de cores amaricadas, também não me parece cativante; ter um filho assim (já não chegava o pai a cantar, tinha de vir o filho igualzinho e com os mesmos tic’s!). Conclui que a única coisa dele capaz de trazer a felicidade a um Homem são os cachets que amealha em cada espectáculo. Mas ainda assim, acho que não trocava o meu porte franzino, mas masculino, pelos cachets do (reparem na masculinidade do nome) Tony Carreira. Isto há coisas…!
Arranhí Ascostasefiqueicomgarronasunhas

segunda-feira, agosto 14, 2006

É só para avisar que se não tirarem já as bandeiras das janelas, o que vão obter em 2008 é um pedaço de pano verde-clarinho e cor-de-rosa.
Arranhí Ascostasefiqueicomgarronasunhas

Tá na moda

É Verão, o globo terrestre roda 360º graus por dia, o que faz com que haja 12 horas de sol e 12 horas de lua. É por esta razão que o Algarve está na moda! Terra do turismo, praia e gajas boas (beatches), o Algarve destaca-se como o centro da capital do conhecimento de pessoal, principalmente à noite em discotecas, quando um ou outro já se encontra um nível acima da fasquia do alcóol. Ora, no outro dia fui cortar o cabelo. Pensei qual o corte de cabelo que está na moda, de maneira a facilitar o engatamento de gajas, e lá escolhi o melhor corte de cabelo: "ah olhe é para cortar aqui dos lados e atrás á maquina zero e em cima corte assim curtinho à tesoura e para ficar do mesmo estilo como agora" disse eu à senhora ucraniana empregue no barbeiro onde vou desde os 7 anos. (isso mesmo, senhora ucraniana cabeleireira que é o que está na moda!) Após o corte de cabelo era outra pessoa, senti-me rejuvenescido, mais jovem e com pedaços de cabelo corto colados em todo o corpo. Quando saí do barbeiro/cabeleireiro (porque é unisexo) toda a gente olhava para mim com outros olhos, sempre com um belo sorriso nos lábios... quando cheguei a casa e olhei para o espelho é que reparei que eles estavam-se a rir da quantidade de cabelos cortos que tinha colado à cara. No dia seguinte, os meus colegas de trabalho: "eh lá cortaste o cabelo?" e eu para ter piada, saíu-me esta que aacho que até está na moda: "ah não, foi uma ventania agreste que passou por cima da minha cabeça!" Eu sei, já é muito utilizada, mas pronto, também para uma resposta de poucos segundos foi o máximo que consegui. Mas olhem, ontem ia entrar com mais 2 amigos num bar todo fashion, que até está na moda ali na praia da rocha, só que o porteiro não nos deixou entrar porque era preciso convite. Ora eu, como RP que sou aí nas nights de portimão, cheguei-me á frente e disse-lhe: "Tão comé? Dá para entrar ou tenho que chamar aí o meu amigo qué chefe de cozinha han?" e ele:" Ah.. desculpe, não reparei que estava a utilizar esse corte de cabelo! Muito bem, podem entrar!" E agora digam lá que o meu corte de cabelo não está na moda hen?!
Nota: Era só para esclarecer, que na verdade não conseguimos mesmo entrar no bar, porque era vip demais para nós.. ah e porque também não tinhamos convite. Lá tivemos que gastar dinheiro para outro bar não tão fashion, mas que até está na moda este verão...
Arranhí Semquereracrostadamalçuadaferida

sexta-feira, agosto 11, 2006

Pior pior são Moscas!

Moscas - insectos dípteros esquizóforos da subordem dos ciclórrafos, com cerca de 80 mil espécies descritas, que se dividem em caliptrados e acaliptrados e numerosas famílias pode ir desde a mosca doméstica (a mais comum e talvez mais irritante) até á mosca mais esquisita, como por exemplo: a mosca-berneira; mosca-de-fruto ou a mosca-do-banheiro; mosco-do-pombo; mosca-dos-olhos (também conhecida como lambe-olhos), etc. Após este momento de cultura passemos a outro momento... No outro dia descobri que a duração média de vida de uma mosca é de 48 horas de vida! Impressionante! Ora com o aperto do calor, elas andam aí e na área onde trabalho vejo mais vezes moscas do que os meus colegas. Isto quer dizer apenas uma coisa: Extermínio! E lá foi, veio o exterminador com o seu instrumento pulverizador de veneno, esborrifando tudo o que aparecia á frente. Tudo menos as moscas. Tá bem que elas vivem apenas 2 dias, mas malçuadas... e para morrer?! Quem dá conta delas? Após a pulverização da área fui contabilizar as mortes ocorridas e... apenas 6. E 2 delas quando ia para enxotá-las do balcão, voaram em espiral para cima e para baixo, ou seja, ainda andaram a gozar com um gajo! Dia seguinte: Normalmente as centenas e centenas de moscas em tudo o que era corpo humano. Solução: Começámos a fazer mata-moscas em papel (receita- retire 3 a 4 folhas de papel brancas da sua impressora, enrole-as e numa das pontas espalme. Faça 1 pequeno teste na ponta de uma mesa para ver se está correctamente sólido e fazer um barulho tipo este: Páaaahf) , entrámos na área dos coletes, e após 8 horas de trabalho = 642 moscas mortas! Isto é verídico! Nunca vi tanta mosca morta, esparrachada no chão e algumas só com as tripas no mata-moscas caseiro. No final, rezámos uma Ave-Maria e dois Pais-Nossos em memória das que morreram, pois nós também gostamos de fair-play. Deixem-me só que vos diga que algumas delas foram mortas duas numa varatada só (este exemplo foi um dos melhores pois estavam a fazer o chamado amor em pleno voo, maroootas. Neste momento elas devem ter pensado: "f*d*-se, nem me deixou vir nem nada, cabrão!") e houve ainda uma vez que matei 3 numa varatada só. Até me deu pena... Por acaso não me deu, porque estávamos a ver quem matava mais moscas numa palmada só e houve lá alguém que matou 4 de uma vez, pelo que eu fiquei em 2º lugar. Enfim, são coisas da vida... Só o que sei foi que no dia seguinte lá estavam mais outras centenas. Resolução: chamámos outra vez o Exterminador e lá deu cabo delas... lá tivemos paz e sossego... durante dois dias. Aghhhhhhh!!
Arranhí Semquereracrostadamalçuadaferida

Olha! Um Post Interactivo!

Então e não é que hoje me apetece falar com pessoas sobre um dos maiores problemas do mundo desde sempre (a seguir à Guerra Islâmica e ao preenchimento da cédula do Cláudio Ramos com um "M" no local onde perguntava o Sexo, e se calhar mais uns quantos, tipo SIDA e o Benfica não ganhar um jogo [vamos embora BENFICA]).
Este problema veio a revelar-se ser o seguinte: Os cabrões dos Mosquitos!!!!
Tá uma pessoa a querer dormir, descansada, e vem aqueles cabrões com aquele barulhinho fininho (Hãããããããããã, que nervos!) a meter-se no ouvido duma pessoa. E pior, os parasitas vêem chupar o sanguinho à malta. Não compreendem que a malta já anda toda chupadinha? o que havia para chupar já os outros parasitas chuparam, tá tudo na Assembleia da República. Vão lá, lá é que vocês enchiam a barriga.
Bom, e agora a sério (Sim!).
Eu tenho uma técnica de vingança milenar, (ensinada pelo grande meste das artes marciais japonesas, o sensei Zé Alberto) que uso depois dos mosquitos me terem picado ferozmente. Assim que ouço o zunido, dou um salto ninja para fora da cama, e aterro na posição Chináqui Tómá Çugéti (que é como quem diz: Posição Força do Lacrau). Fecho a porta com uma rapidez estonteante (pós gajos não fugirem cheios de medo) e acendo a luz. E depois faço uma focalização visual ao quarto, aponto o alvo ao inimigo e zás! arrefinfo-lhe um granda pontapé nos queixos (vá, tentei fazer isso uma vez, e lesionei gravemente a verilha, agora tenho que lhes dar uma cacetada com a mão). E morreu o mosquito. De volta ao descanso merecido do herói. E conheço uma moça que ainda é mais mafiosa do que eu. Tapa-se toda, deixa só a testa de fora, e assim que o mosquito pousa, desfere-lhe um golpe mortal. Também é capaz de ser um acto bonito.
E agora, o que não interessa nada a ninguém é: Como é que vocês enfrentam a terrível ameaça dos Mosquitos?
Arranhí Océrebroquandotavátirarummacaco

Basofo Style

Esta manhã, enquanto lia umas passagens do almanaque Borda D’água, dei por mim a pensar em pessoas estranhas (quase a caminhar para o esquisito): Pinto da Costa e Cláudio Ramos passaram-me pela ideia, mas o que mais atraiu o meu pensamento ao riso foi a raça em expansão “Basofo”. (Para quem ainda não sabe quem são estas estranhas criaturas, aqui vai: costumam aparecer lá mais para a noitinha, trajados, normalmente, de rappers – calças/calções 3 a 4 tamanhos acima; T-shirt igualmente grande com um número ao acaso estampado no peitoral; boné de marca colocado 5 cm para a direita e nunca até ao fundo da cabeça, e, agora, deram para cortar o cabelo de forma a que fique na parte lateral um grafitty aerodinâmico. O Basofo é dotado de um falar a puxar para o bizarro e é conhecido por tratar todas as pessoas por “puto”, mesmo que tenham o dobro da sua idade. Na rua, o Basofo costuma andar munido de uma faca de ponta-e-mola para que possa, não só, meter respeito no gang, mas também para, caso falte dinheiro, “pedir emprestado” de forma ameaçadora a algum individuo mais novo que por ele passe). Mas o que me causa mais o riso no Basofo é o facto de transportarem no pescoço um imponente símbolo religioso (o terço, normalmente de plástico e em tons berrantes e fluorescentes). Quer dizer: andam por aí a consumir estupefacientes e a furtar pessoas mais novas, a causar todo o tipo de delitos e trazem sempre com eles um crucifixo ao pescoço (parece-me que há qualquer coisa aqui que se contradiz).
Arranhí Ascostasefiqueicomgarronasunhas

quinta-feira, agosto 10, 2006

Marotos dos Sacanas

Esta é daquelas coisas que nos faz pensar em como a vida é divertida, mesmo sem se ingerir álcool. Ontem à noite, 75% do grupo Arranhí Pacanherra foi sair (para desanuviar das atarefadas férias) e, como sempre, no local da criação do grupo. A noite lá se passou, e, após quase uma hora a tentar inventar nomes para as personagens AP, lá nos dirigimos para o veículo que nos levaria a casa. Pelo caminho (aí é que foi a diversão da coisa), reparámos que todos os carros estacionados tinham nos seus limpa pára-brisas (mas que nome mais estúpido o de limpa-pára-brisas – dever-se-ia chamar de limpa-vidros-com-o-mija-mija ou de tira-a-chuva-do-vidro-e-permite-que-a-gente-veja) um pequeno papel branco a publicitar o Professor Jabi (supostamente bruxo sei lá do quê). E o que é que nós fizemos – perguntam vocês? Fomos tirando os papelinhos de todos os carros de forma aparentemente discreta (no final juntámos praí uns 30) e, ao chegar ao nosso, pusemos todos os papelinhos num carro que lá estava perto. De facto, já não havia mais sítio onde deixar papéis do Professor Jabi naquele carro: era nos limpa-pára-brisas da frente, era no limpa-pára-brisas de trás, nas portas, nos espelhos retrovisores… A piada estava em imaginar a cara do proprietário do carro quando se deparasse com aquela situação. Acreditem, foi deveras divertido, melhor, foi hilariante.
AP