AP
domingo, março 25, 2007
Xarããã!!
AP
sábado, março 24, 2007
Mã?! Tã iste tá às Moscas, diébe!!?
Bem, vou-me é agora despachar que tá aqui tá a dar a Selecção Portuguesa, sim, a Seleção do Deco, do Scolari e futuramente do Pepe. Aquela Selecção que agora já tem um hino daquele grande tuga que é o Roberto Leal. Essa mesmo! Té à próxima.
Arranhí Ascostasefiqueicomgarronasunhas
sábado, março 10, 2007
O Gajo Menos Alvoreiro de Sempre
quarta-feira, março 07, 2007
SURPRESA!!!
Uns grandes parabéns para este moço que hoje completa alguns anos desde que nasceu, há já alguns anos! De toda a malta que integra o grupo e de malta que não integra, mas que até é malta amiga que paga cafés de vez em quando, esta é a nossa prenda para ti, sim, porque o chinês é barato, mas arranjar lá qualquer coisa de jeito também custa! Que contes muitos, porque é sinal de que ainda não te esqueceu os ensinamentos da professora da primária, e não te esqueças de mascar a cera das velas, que sabe mal como o raio e que nunca realiza os desejos que pedimos, que nos faz bater com a cabeça na mesa quando nos levantamos, mas que fica bem para a foto!
segunda-feira, março 05, 2007
Diário de um macho latino acabado de nascer
6 março 2007 (18.24h) – A respeito de ontem, vim a descobrir que aquela rapariga boa é minha mãe. Ainda não sei o que isso quer dizer mas está-me sempre a chamar nomes, tipo: Filhote, filho, filhinho, Adalberto… às vezes não compreendo a moça. Mas ela já me dá beijinhos na cara. Acho que estou a avançar bem. Será que ela quer uma relação mais séria?
7 março 2007 (11.37h) – Ontem apareceu cá um gajo a me pegar ao colo. Chamou-me os mesmos nomes que a minha dama. Já não estou a gostar disto. Se ele continuar a insistir tenho te lhe dizer que sou hetero.
14 junho 2007 (21.05h) – Já não escrevia há muito tempo. Acho que fui enganado. Então não é que afinal vim a descobrir que o gajo anda com a minha gaja nas minhas costas. E às vezes mesmo na minha frente! Acho que vou deixá-la.
15 junho 2007 (21.31h) – Estou perdido nesta vida. Já não sei que fazer à minha vida! Ontem enfrasquei-me com leite em pó sem eles saberem. Depois, passados 20 min deram-me daqueles iogurtes em compota estragados, pois sabia a azedo. 10 min mais tarde bolsei. A minha vida está a andar para trás.. Não consigo deixar de pensar nela.
21 junho 2007 (21.14h) – Vieram-me meter na cama para estarem sozinhos os dois. Ainda por cima não me deixaram ficar na sala para ver o filme com bolinha que ia dar à 00.30h. Ouvi dizer que estes filmes faz levantar a moral. Mas, pelos vistos, não posso ver. Já pensei em fugir. Talvez trabalhar num circo, dizem que pagam bem... Hoje voltei a bolsar, não uma, mas duas vezes. É o que acontece quando bebo demasiado leite em pó, ainda por cima hoje foi com aroma a baunilha… Rghhhh ghrhhhh (bolsando-se novamente)
quinta-feira, março 01, 2007
(Dizem eles que aquilo é) Leite de Soja
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Especial Carnavalesco
Resolveram-se ir aí pós Bailes à pesca de moças e das pexêras, mascarados de membros do Arranhí.
E a coincindência gira é que nós, contrariamente, fomos mascarados de Pescadores. E ontem até havia peixe. E vontade nossa de pescar... Mas falhou aquilo que de mais importante a faina exige: a Sorte!
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Os Pescadores Alvoreiros
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
A Saga Carnavalesca 2007
Não, ainda não fomos convidados para reis do Carnaval de Loulé (Shô Veriador da Cultura da Cambra de Loulé, ainda vai a tempo!), é que após alguns debates e argumentações mais sérias (nas quais debatíamos se havíamos de ir mascarados de sem-abrigo, de pénis ambulante – os quatro membros iriam integrar um disfarce composto por dois testículos, um pénis erecto e uma camada de pêlos púbicos –, de ciganos, de amola-tesouras, de pescadores ou de iogurtes light) concluímos, por clara exclusão de partes, que pescador alvoreiro seria o traje da moda 2007, e então, nos próximos dias do calendário, quatro pescadores malucos andarão à solta pela cidade de Portimão a espalhar escamas de robalo em vez de confétis e a dar à cidade um cheiro a pexum como nunca se viu antes. Apareçam por lá, que, se nos reconhecerem, podem pedir-nos autógrafos, arremessar-nos cadeiras de esplanada, dar-nos com alho francês na tola ou mesmo dançar o “O Meu Amigo Charlie Brown” ca gente. AP

