Passados quatro longos meses, Arranhí Pacanherra arranja uma brecha na agenda e volta a fazer squétes incríveis (mais que não seja pela quantidade de estupidez existente). Este relata uma conhecida tour à cidade de Sevilha, onde nos aconteceu de tudo e onde tempo houve, nos bancos mortiços dos autocarros e comboios, para escrever este belo fado. Após muito trabalho de estúdio e pós-produção, fica pronto este belo video-clip que representa o início da primeira tourné que passará pelos bailes regionais mais representativos da zona sul. Para posteriores contactos, façam chegar primeiramente o chachet e depois logo se combina o resto...
Para que acompanhem este fado de uma forma mais presente, aqui fica a letra:
Abalei de Portimão
P’ra comprar um caramelo,
Em Espanha houve um cabrão
Que m’atirou com um martelo.
O autocarro apiou,
Meteram-me na valeta,
Aí o Prata espirrou,
Todos disseram “Santinho, punheta!”
Refrão
Ai ó espanhol
Queima o gásol,
Vamos embora.
Já tou atrasado,
Devia ter chegado
Há mais de uma hora.
Arranhí Pacanherra
É monstruoso (Ai).
Fui a Sevilha,
Trouxe conquilha,
Que grande gozo.
Chovia que deus mandava,
A noite estava a passar
E eu só a poça pisava.
Secar a nossa cueca,
Era vaza atrás de vaza
Que bela partida de sueca.
Andámos ás circunferências,
Eu disse que não queria,
Mas enfiaram-se nas urgências.
Enfardámo-nos de’sclates.
Maluco que até dá pena,
O Prata o’freceu abraços grátes.
3 comentários:
lol eu amando o primeiro bitaide! tou fa dos arranhí! e bibam os algarves k eu tanto gosto. beijokas
ah fadistas...
lool
Eheheh... Grande aventura com o bigode ;)
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