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quinta-feira, agosto 10, 2006

Moços Pequenos

Como toda a gente (tirando certos burgueses que para aí andam), eu também preciso de dinheiro (para gastar em porcarias, não é mesmo por mais nada).
Estava esgravatando os píncaros da minha imaginação para tentar descobrir um emprego em que me pagassem para não fazer rigorosamente nada, quando me ocorre: “Vou ser Funcionário Público!” (vim a descobrir recentemente que essa história de não fazer nada é só fama porque há certo e determinado funcionário público que precisa inclusive [E ISTO É VERÍDICO!] de trabalhar, mas não são todos). E prontos, fui nomeado monitor das férias desportivas – “as melhores férias desportivas do Algarve”- e passei a partir desse momento a ser um verdadeiro funcionário público. O que é certo é que acabei por ter de começar a interagir com crianças de 12 anos. Tudo malta porreira. Alguns até me tratam por “stôr”. No outro dia, diz-me um da profundeza espiritual dos seus 12 anos: “Oh Professor, mas ele deu-me um pontapé na boca!” E a partir desse momento, passei a ver o mundo com outros olhos. E hoje, ensinei 2 rapazes a jogar à Sueca. Vão sair dali verdadeiros homens. È bom ver moços pequenos a transformar-se em moços de tamanho médio. O contrário é que é pior. Às vezes vejo amigos que por causa de leves picardias, regridem (salvo seja) à sua infância. Também o faço por vezes. Toda a gente faz. Mas pensando bem, o tempo de andar à porrada aos empurrões e a dizer “Mãe! Mãe!” já passou. Vamos antes ser amigos (Eh pá que grande porcaria que escrevi! Vá, também não pode ser só rir, às vezes temos de falar a sério e ensinar qualquer coisa ás pessoas, senão vem aí o ministério da saúde e fecha-nos a loja.). E já que a Fáfá de Belém faz hoje anos, vou ali comemorar e pego num furador e furo umas folhinhas a noite toda. Até um dia destes.

Arranhí Océrebroquandotavátirarummacaco

Apelo Solene

desde há unX tempoX p@r@ cá, tenh vhind @ aprcbr-m de k muit@ gent nest paíx escrev duma forma bué esksit@, alternand ax maiúsclax kom ax minúsclax; metend H’s em thud o k é vohgal, substituind A’s pohr @’s, que’s por K’s, O’s pur U’s, S’s por X’s; já p@r@ ñ fal@r dax lhetrax comidax, muit@s vezex de m@neir@ excandahlos@. Quant @ mim, axu esta maneira de escrver 1 poucu chat@, tend tb 1 kê de estupidex, u k dificult@ clar@ment kem tá a ler e roub@ pur cohmplet @ dignidad de kem escrev. A faix@ hetári@ + atingid@ pur esta m@leita ortugráfic@ é @ dux 12 aux 15 ans e se ñ for curad@ @ temp corr u risk de se prulong@r até aux 20 (haltur@ em k o ser-uman deixa, kuase pur complet, de escrver e pod lev@r a @lguma des@prendizagem).
É deveras chato ler algo assim. Digam às pessoas que assim escrevem, que, no computador, não se paga mais ao pôr maior número de caracteres, e que, muito menos os @’s são giros de se ver. Com a união de todos será possível pôr término a esta mazela que assombra a sociedade juvenil. Vamos acabar com a escrita amaricada! Vamos repor a dignidade, quase extinta, dos jovens portugueses! Caros leitores, obrigado.
Arranhí Ascostasefiqueicomgarronasunhas

Salvem o WC Tradicional

Calhou, pronto. Aconteceu, estava apertado e não aguentei; nestas alturas não se costuma pensar. E, curiosamente, não me arrependo nada de ter ido cagar a uma casa-de-banho pública. Já passou. Sobrevivi. E confesso que até foi uma experiência enriquecedora (quer dizer, não foi assim tanto, mas pagou o momento). Quem ainda não teve a oportunidade, não imagina o universo que há dentro daquele minúsculo cubículo. É uma espécie de oceanário literário com erros ortográficos. O colorido deixado pelas canetas molin, a agressividade das bic, o realce dos negros marcadores grossos… tudo intencionalmente feito para que aqueles momentos de reflexão se tornem um pouco mais afáveis. Tudo intencionalmente feito pelo senhor que cagou ali antes. Prova de que ainda há pessoas simpáticas por aí, que se preocupam em proporcionar-nos um bom momento, deixando os seus testemunhos cravados nas portas e paredes azulejadas dessas casas-de-banho de cafés, praças, estádios… E agora, encerro este momento poético para tentar alertar ao leitor que tudo isto está prestes a acabar. Uma série de paralelepípedos de plástico verdes e azuis, colocados na vertical, estão aparecendo subitamente para por fim aos “bons velhos tempos”. Agora, com os WC’s portáteis por todo o lado, não se verão mais aqueles senhores caminhando com um andar apressado para o café mais próximo com um jornal na mão. Não se lerão mais aqueles “Ricardo love Joana” envolto de um coração, “O Sr. Carlos é maricas!”, “O Toní teve Aqui!” ou ainda, o clássico “Matem o Pinto da Costa à pedrada, já!”… Ainda por cima, a nova geração de WC’s cheira mal como o caraças (eu tive a infeliz oportunidade de abrir a porta de um exemplar, e se estou aqui a escrever isto era porque haviam paramédicos por perto). Não que o WC tradicional cheire bem, mas o sistema de esgotos está preparado para escoar a merda para longe e não para acumulá-la debaixo do nosso cu. E a literatura popular, já não conta?! Cheguei a apanhar quadras em casas-de-banho de Portimão! Nunca mais me esqueço desta:
Comi arroz com batatas
Quando era mais petiz.
Vim cagar ao café do Jonas
Pois a cagar eu sou feliz!

Este WC é dotado
De autoclismo e de pincel,
Mas, porra dum cabrão,
Ó Jonas, acabou-se o papel!
Caridosa e generosamente apelo: salvem o WC tradicional!
Arranhí Ascostasefiqueicomgarronasunhas

terça-feira, agosto 08, 2006

Ponto Final no Esclarecimento

Pfff Deve ser deve!... ... ...
Ela gostou foi mais de mim! Tal não é que até me sorriu duas vezes quando fui buscar a bola ao pé dela, seguido de um sorridente piscar de olhos.
Agradecimentos: Quero desde já agradecer a ti, Prata, por teres mandado, duas vezes, a bola mesmo aos pés dela, e no fim eu a ir buscar. Obrigado Arranhí!
Porém, tal acontecimento não proporcionou uma continuação de um pressuposto conhecimento por parte de qualquer parte dos sexos. Ficámos com pena... e com uma semi-lágrima no canto do olho. Eah!
Arranhí Semquereracrostadamalçuadaferida

Re-esclarecimento de Dúvidas

Bom. Vamos lá a ver.
Para já, o cacete duma porra. Essa é a primeira.
Depois, eu, Tiago José (ou Prata) ganhei a primeira partida de raquetes de praia da minha vida, na qual bati o Márcio (que se revelou um óptimo adversário), no primeiro jogo do torneio (o famigerado jogo em que o Márcio teve mais 3 cm de campo, o que veio a ser regularizado pelas autoridades fiscais). Depois foi quando o campeão nos achincalhou à bruta, com consecutivas vitórias (justificáveis com a distracção com a bela espectadora - ah e ela gostou mais de mim - ou então não). O torneio concluiu com a partida onde se disputava o 2º e 3º lugar (vá, faz de conta), onde eu, depois de valente jogatana, te levei de vencida (só ganhei a ti, mas como foram 2 vezes, fico com vantagem no confronto directo, então prontos). Por isso o que eu digo é que a classificação fica assim:
1º: Dário Guerreiro, Tiago Prata e Márcio Nunes
(cagando pás raquetes tamos a gente, visto que nos pudemos deliciar com a presença da bela irmã do gaiato, isso é que interessa. Campeões. Olé Olé.)
Arranhí Océrebroquandotavátirarummacaco

Esclarecimento de dúvidas

Bem em relação ao post do 1º Torneio de Raquetes de Praia, olha que acho que não está bem definida a classificação final... é que se bem me lembro eu é que fiquei em 2º lugar pá! Não sei se reparaste mas o meu campo tinha mais 3 cm de largura que o teu! Por isso todas aquelas jogadas para ponto que tu me marcaste na linha final não contou. Ah e o jogo em que a bola bateu na rocha, batendo de seguida na cabeça do rapazito de 4 anos e entrado no meu campo não conta porque só pode bater uma vez. Pensando assim, após eu te ganhar o 1º jogo e ter sido derrotado incessantemente pelo Dário Guerreiro, no final lá o consegui ganhar, o que faz um mérito do 2ª lugar! Porque ganhei duas vezes. Concluindo: se tu ficaste em 3º lugar (Prata) e o Dário em 1º (após repetitivas vitórias a nós dois) eu fiquei em 2º lugar!
Classificação final (esta a verdadeira):
1º lugar: Dário Guerreiro
2º lugar: Márcio Nunes
3º lugar: Tiago Prata
PS: Já em relação aos espectadores, gostei principalmente daquela irmã extremamente esbelta de bikini cor-de-rosa... acho que foi por causa dela que fiquei em 2º lugar. Se metesse mais os olhos na bola, talvez conseguisse um extraordinário 1º lugar... mas aquelas formas debaixo do bikini e aquele... Ao menos fiquei em 2º lugar.
Arranhí Semquereracrostadamalçuadaferida

Amigo CI

Antes de ler este post vá buscar uma bucha e um refresco porque isto parece crescido.
Um dia destes (ontem, isto foi uma tentativa de fazer um post intemporal, mas acho que não tenho muito jeito) fui a um dos locais de diversão nocturna mais activa no Algarve…a Praia da Rocha (primeira saída em muito tempo que não era socialmente condenada), saída essa que iria mudar a maneira como vejo a intervenção policial em Portugal! A minha pessoa, inserida num aniversário e, durante um acesso de humor incomparável chama um amigo e, ao pé de um CI (Corpo de Intervenção ou Corpos Intimidadores) que segurava a coleira de um cão aprendiz de feroz (estava a ser ensinado), o que chamava a atenção do pessoal que passava, manda o seguinte bitáite… ”Já sei, vocês, os encalhados, arranjavam era um cãozinho destes, com sorte encontravam a fanática por animais da vossa vida” (só mais tarde percebi no que essa frase me podia transformar num naco de carne bem batida), ao que ele respondeu com um sorriso cor de laranja e uma voz possante “Por 500 €, tens um destes”. Não é que não seja um preço justo, mas só em casos extremos me veria a arrotar tal maquia, até porque o cão abandonado apesar de burro comparativamente ao outro também têm sucesso. Contudo, o que acendeu a criança que há em mim (o que, por incrível que pareça é extremamente fácil, basta fazer um som do tipo “yaeeeee bu êsôum puteeeee”, “mocheeeeeeeee”, um berlinde, uma bola, uma televisão, um sorriso, uma piada, entre muitas outras coisas) foi uma zaragata que por acaso vi, quando estava num bar (daqueles que têm pista de dança), em êxtase a curtir a música sentado, a beber o meu refresco (não menciono o nome porque não gosto de fazer publicidade, muito menos à Coca-Cola) e a olhar para a rua, como quem está a espera que alguma das pessoas que por ali passa sofra uma queda aparatosa para meu deleito. A tal zaragata teve início no Burguer Ranch (ou Ranch Burguer, nunca sei) e prolongou-se uns metros pela avenida. O prevericador, aparentemente um francês de Odivelas, por razão desconhecida, marafa-se com a funcionária do estabelecimento de comida rápida e sai pela rua a fazer aquilo a que na minha terra se chama “merda”, ponto da situação: temos um senhor que sai pela avenida da rocha a fazer “merda” ( na "merda" - é impressão minha ou estou sempre a repetir a “merda” deste palavrão… Hoh, não liguem, se se sentirem incomodados imaginem na vossa menteque está escrito “cocó” - está incluída o arremesso de um balde do lixo (com lixo) de encontro a uma minha conhecida que estava inocente. Então e leitor perguntam-se “ya e onde entra o CI?” um senhor CI passou perto do cavalheiro que efectuava os distúrbios e pensou…” Hepá isto não está bem… tão veio este sujeito lá do Cu de Judas para estorvar a diversão destes jovens desencaminhados que procuram avidamente por diversão… Tá mal, se calhar vou é dar-lhe com o bastão no incisivo direito para ele ver!” e assim foi, o senhor CI chamou o seu colega que chamou outro colega e assim sucessivamente, os primeiros dois apanharam o individuo, jogaram-no ao chão após a t-shirt rasgada, umas belas bastonadas no focinho. Após estar no chão, devidamente imobilizado (de salientar q ele estava realmente imobilizado, acho sinceramente que com o joelho de um senhor CI de 80/100 kg no pescoço uma pessoa vê a sua mobilidade bastante reduzida, e mesmo na eventualidade de conseguir mexer alguma coisa, temo pelo seu tónus muscular em todo o corpo, inclusive pelo controlo da bexiga e do esfíncter). Enquanto assistia a isso e, para o público não perder o entusiasmo chega a carrinha e uns CI's que por acaso estavam a passear os seus grandes companheiros de quatro patas (de notar que estava lá o amigo do cão pequenino “e tal….pas gajas”, só que desta vez com um pastor alemão corpulento (mas não tão giro como o pequenino - Ói, parecia um leão!), nesse momento apesar do êxtase de ver “porrada” apercebi-me que o senhor a quem tinha mandado um bitáite afinal não era inofensivo… para a próxima tenho que me lembrar de permanecer calado). Enquanto o primeiro terrorista loiro estava a ser torturado com puxões de orelhas, o seu irmão que filmava a cena para mais tarde recordar nos encontros de família também foi requisitado para acompanhar o primeiro. Mais tarde a mãe junta-se aos filhos, devido a incentivos ás suas irrequietas crias (onde vai a estupidez das pessoas?) tornando a acção dos CI´s numa autêntica reunião de família, não é fofo? Apesar dos métodos pouco ortodoxos as intenções dos senhores era boa. Mas a história não acaba aqui… Não. Ainda há mais parvoíces. O provocador do desacato que não foi prontamente algemado resistiu a entrada na carrinha para uma visita à esquadra, o que resultou noutra incentivo a beijar o chão, para ser devidamente algemado. Mas ele sentia-se mal por não estar algemado? Como se já não tivesse levado uma valentes vergastadas no lombo e humilhado, vai resistir a entrada na carrinha, será que ele não se apercebeu que estava rodeado de senhores grandes e musculados, alguns deles com cães que o podiam facilmente dilacerar… Ai ai, orgulho bazofe o que os obrigas a fazer. Pobres pessoas! Agora muito resumido: “desacataram, levaram” para nosso deleito. Moral da história? Sejam boas pessoas e… é preferível ter um CI como amigo (eu inclusive pedi a minha irmã para arranjar um namorado CI, sim protegia o futuro cunhado, mas não, para quê?…foi arranjar um de um metro e meio, fã do toni carreira e que gosta de gatos… sem palavras). Grandas CI's.
Arranhí Oescrotoquandoocoçavadesenfreadamente

Aventuras Na Auto-Estrada

Haaaaah, mas que belo programa o de hoje. Não há nada como acordar as 8:00 da manhã nas férias, especialmente se te tiveres deitado por volta das 3 da manhã (porque andás-te na borga, ou então, simplesmente porque o teu corpo não quis dormir). Isso foi o que me aconteceu hoje, após várias noites mal dormidas, resolvi que tinha que ir a Faro, outra vez, e porquê? Perguntam vossas excelências ávidas de saber mesmo que não contribua em nada para a vossa realização pessoal. Já que insistem, eu explico por que raio fui a Faro as 8:30 da manhã durante as merecidas e escassas férias… porque sou um trapalhão. Já agora para que percebam a complexidade de meu ser explico-vos o meu trauma com os impressos… sabem os impressos que utilizamos para fazer inscrições em exames, pré requisitos, candidaturas, esse tipo de coisas e que por sinal são extremamente caros… Sabem? Esses… (vá, já todos utilizamos um impresso qualquer) Eu nunca o preencho à primeira, não percebo porquê! Tenho que ir sempre pelo menos até ao segundo! Bom, voltando ao assunto do que eu fui fazer a Faro…. Heh, não interessa minimamente… a sério que não, acreditem…! Voltando às auto-estradas que é o tema deste post. Já repararam que, por exemplo, na Via do Infante a estrada é uma cagadisse pegada? As rodas sobre aquele asfalto a 120 km/h faz montes de barulho, e além disso, como que a fazerem pouco dos utilizadores, os construtores das auto-estradas portuguesas colocam pequenas faixas de estrada em boas condições, como que a dizer: “Ora nós temos asfalto muito bom na nossa gama, mas para vocês vai o mais rasca!”, ou então é tipo bónus para podermos descansar os ouvidos. Durante esta viagem não muito longa, pude reparar no que me pareceu o mais inovador sistema de controlo de velocidade, que apela simultaneamente para o cuidado e civismo na condução. O sistema é muito simples e funciona induzindo o medo nos condutores desenfreados e funciona assim: durante todo o percurso, podíamos observar várias marcas de pneus em direcção as grelhas de separação ou atravessando as duas faixas tipo enorme travagem, simulando na perfeição acidentes já ocorridos. Devo confessar que comigo funcionou, sempre que pensava que podíamos andar um pouco mais depressa olhava para uma daquelas marcas e perdia a vontadinha (a estreia da palavra vontadinha num blog [pelo menos neste]) toda. Agora experiências ocorridas a altíssimas velocidades (altíssimas são superiores aos 30km/h que me enchem de adrenalina, estou mais virado para o lado do enlouquecedores 120 km/h). Nunca tiveram a curiosidade de como seria cuspir a essa velocidade? E melhor, tentar acertar no carro que vem atrás…Não? Nunca fizeram coisas dessas? E fazer formas aerodinâmicas com as mãos, seguidos de movimentos ao sabor do vento, que fazem lembrar os golfinhos a nadar? A minha última esperança é já terem ultrapassado alguém desconhecido, fixarem os olhos nos ocupantes do veículo que está a ser ultrapassado e pensar um vigoroso “Hehehe passei-te!”? Vá lá, admitam, sei que não sou o único que já fiz isso! Se alguém já fez isso que deixe um comment para não me sentir sozinho, quem sabe, se formos muitos até podemos fazer uma sessão de entre-ajuda, tipo alcoólicos anónimos, se não quizerem, tudo bem, não obrigo ninguém. Mas resulta, com sessões dessas já deixei de tirar a cera dos ouvidos com as unhas e roer as mesmas.
Arranhí Oescrotoquandoocoçavadesenfreadamente

1º Grande Torneio Internacional de Raquete de Praia da Praia do Pintadinho

Realizou-se no dia 7 de Agosto de 2006, o 1º Grande Torneio Internacional de Raquete de Praia da Praia do Pintadinho, um evento exclusivamente da organização do grupo Arranhí Pacanherra.
Revelou-se uma competição caracterizada pela competitividade e talento dos atletas, Dário Guerreiro, Márcio Nunes e Tiago Prata (três dos cabecilhas do Arranhí Pacanherra - não houve inscrições de outros atletas, tal era a cagufa-). A competição decorreu com normalidade, com vitórias retundantes de uns atletas sobre os outros, e não houve grandes problemas com os espectadores, muito provavelmente porque não havia(Ai havia havia, um rapaz que do fundo dos seus 4 anos se mostrou intensamente interessado pela modalidade, EXTREMAMENTE bem acompanhado de sua irmã mais velha, que até nos sorriu alegremente. OH!). No fim, toda a gente ganhou, toda a gente perdeu, ficámos todos amigos e prontos (é tão bom ver voltar a inocência e desportivismo ao desporto, sem manipulações de dirigentes, como nos conhecidos casos de Jorge Nuno P. da Costa e V. Loureiro). Eis a classificação final:
1º lugar: Dário Guerreiro
2º lugar: Tiago Prata
3º lugar: Márcio Nunes
AP

segunda-feira, agosto 07, 2006

Sketches

Faz precisamente hoje uma semana que foi constituído o fantástico e glorioso blog do Arranhí Pacanherra! Como estamos imensamente radiosos com o chamamento apelativo do nosso público (embora queremos muito mais - algarvios querem sempre muito mais do que têm-) e a pedido de muitas pessoas inocentes e alguns indivíduos com currículo criminoso, vamos começar também a fazer sketches! Iupi!! Hoje fizemos o nosso primeiro, muito embora ainda não esteja aqui por problemas técnicos (é verdade, os computadores às vezes também têm as suas nóias!). Iremos, dentro dos possíveis, tentar colocar o mais brevemente possível o nosso primeiro sketch. Porém, entretanto divirtem-se com os nossos posts e claro- comentem quando necessário; quando não necessário, chamem-nos nomes, mas daí donde estão sentados ok? Até breve com sketches! AP